Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller
Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade.
Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional.
A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável.
A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas.
Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer.
Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind:
Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila.
Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano.
Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante.
Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água.
Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente.
Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.
Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller
Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade.
Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional.
A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável.
A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas.
Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer.
Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind:
Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila.
Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano.
Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante.
Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água.
Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente.
Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.
Por Isabella Demari
Morar na Austrália foi uma vivência e tanto, mas ao invés do que muitos idealizam, a Austrália é uma prova de resistência muito forte. Estar no paraíso tem suas consequências e seus sacrifícios. Existe instabilidade, porém existe qualidade de vida. Existe uma negligência do governo perante os estrangeiros, mas existe muita oportunidade. Assim como tudo na vida, a rotina australiana tem seus prós e contras, a questão é: quais são as suas prioridades nesse momento?
Me chamo Isabella, nativa de Porto Alegre, RS e apaixonada por experiências. Tenho diploma em Sustentabilidade nas Empresas e curso Biologia Marinha. Pra mim, estar no mar sempre foi uma grande ferramenta de autodescoberta, seja surfando, nadando ou mergulhando. Apesar de não ser nascida na praia, é nela onde eu sinto que me conecto com a minha essência. Amo viajar e estar na natureza A viagem sempre me traz muitas perspectivas, maturidade e autoconfiança o que me dá segurança para ir atrás dos meus sonhos.
A minha experiência na Austrália foi extremamente rica em aprendizados e perrengues, que me ajudaram a desenvolver quem sou hoje. Pode soar estranho, mas escolher
Morar em uma ilha paradisíaca não vai solucionar seus problemas.
Se apegar a um cenário ideal pode ocasionar a perda da atenção na beleza do presente e no que existe aqui e agora, afinal, o mais importante não é onde você está, e sim o que você escolhe fazer diariamente, independente do lugar. Se pararmos para observar, nada é bom ou ruim, o que colocamos como juízo de valor nas coisas é somente a forma que enxergamos a vida. E como mudamos isso? Mudamos a perspectiva da situação.
Para alguns, morar na Austrália é um sonho, pois é um lugar perfeito, mas para mim não encontrar a felicidade em um lugar ‘perfeito’ foi o que me trouxe frustração. E um questionamento me deixava inquieta:
"Como eu tenho todos os recursos para a felicidade e não estou feliz?"
Entendi que não tem nada a ver com o que existe fora e sim como enxergamos dentro. O cenário que você se encontra pode tanto te auxiliar quanto te prejudicar, mas cabe a nós colocar a melhor perspectiva nele, extrair o melhor de cada dia e se auto analisar, buscando entender o que é influência externa, e o que parte de nós mesmos. Ouso em dizer que os 6 anos que morei na Austrália foram os melhores da minha vida. Não me arrependo de nenhuma escolha feita, e somente através de tudo que passei que consegui desenvolver as minhas prioridades e entender o que estou disposta a sacrificar. Vivi muito intensamente tudo, criei vínculos, amadureci muito e experienciei coisas extraordinárias, mas acredito que exige da nossa maturidade saber o momento de sair de cena e ir em busca de novos ares. Sinto que felicidade é isso: apreciar cada parte do processo e saber honrar a nossa singular trajetória.
Por Catarina Weck Glashester
Carro-chefe da marca e o nosso produto mais vendido, a Mochila Allcatrazes já passou por diversas transformações!
A marca surgiu em março de 2018 e a Mochila foi lançada pela primeira vez já alguns meses depois, em Outubro de 2018, nesse modelo aqui:
As cores da Mochila eram Cinza e Azul, e os detalhes em Verde, Amarelo ou Laranja!
Diferente, né? Por aqui acreditamos muito na importância da qualidade e usabilidade do produto, e que esses conceitos caminhem lado a lado com a busca pela evolução. No segundo formato, a mochila já tomou uma forma mais parecida com a atual! E foi aí que introduzimos a base preta, bem mais elegante, mas ainda mantendo as bases cinza e azul! Não preciso nem falar da incrível melhoria que foi esse bolso frontal com o recorte e o zíper, né?
Com o terceiro modelo, que veio mais de um ano depois, vieram algumas das maiores mudanças até hoje. Uma nova combinação de cores foi adicionada, a Allblack (toda preta) e tivemos que nos despedir da mochila cinza! Mudamos também o sistema de alças, o que tornou a mochila bem mais resistente e duradoura, já que antes elas eram presas direto na costura traseira, o que deixava mais propício ao rasgo nas alças. Adicionamos uma alça lateral, presa às alças normais, com fivelas de engate rápido, que ajuda a manter a postura e não sobrecarregar as costas ao usar a mochila bem cheia. Mais que isso, foram adicionados engates rápidos também acima dos bolsos de tela laterais, para melhorar o transporte de objetos por esse canal, e um bolso na parte superior, consequentemente, tendo diminuído a grossura da alça superior.
Já o quarto modelo, trouxe uma divisória completamente nova para manusear o computador ou documentos com maior facilidade, além de ter deslocado o zíper do bolso superior a fim de possuir mais espaço naquele compartimento, ela as cores disponíveis são as mesmas de hoje: Allblack (toda preta), Azul com Laranja e Preta com Verde.
Por fim, nosso modelo mais atual conta com zíper antioxidante (não emperra!), nova alça superior mais confortável e ajustes nas divisórias internas. Apesar de termos um enorme carinho por tudo o que já criamos, reconhecemos o quão importante é a mudança. Hoje, nossas mochilas já trocaram acabamentos, quantidade de bolsos, tecidos e aviamentos, mas a carinha Allcatrazes e o espírito aventureiro de desbravar o mundo continuam!
Para quem vive a conexão entre rotina, viagem e estilo de vida ao ar livre.
Por Catarina Weck Glashester
Você já ouviu falar em Turismo Ecológico? Vertente do turismo que mais cresce nopaís, conheça o conceito de Ecoturismo e 5 empresas que oferecem esse tipo de serviçopara conhecer, próximo a natureza, diversos cantinhos do nosso Brasil.
Objetivos:
- Promover turismo com base cultural e ecologicamente sustentável;
- Incentivar o investimento na conservação dos recursos utilizados.
Assim, a prática do turismo ecológico nada mais é do que permitir ao viajante conhecer e explorar o local de maneira consciente, promovendo a educação ambiental, umavivência saudável em meio a natureza e buscando a proteção dos diferentes ecossistemas que existem ao redor do mundo. Hoje em dia, é o ramo do turismo que mais cresce, em uma taxa de aproximadamente 20% ao ano. Para classificarmos uma atividade como de turismo ecológico, existem 4 valores a serem respeitados:
- Respeito às comunidades locais;
- Envolvimento econômico efetivo das comunidades locais;
- Respeito às condições naturais;
- Conservação do meio ambiente e a interação educacional quanto a isso.
"O ecoturismo utiliza o patrimônio natural e cultural de forma sustentável, incentivando a sua conservação."- Rio Quente Parques e Resorts
Conheça 5 empresas e destinos diferentes que trabalham no Brasil com o Turismo Ecológico:
1. GRUPO RIO DA PRATA
O grupo Rio da Prata promove atividades turísticas em um dos principais destinos de Ecoturismo no Brasil: Bonito, em Mato Grosso do Sul. Eles oferecem 3 opções de visitas diferentes, todas em constante contato com a natureza, seja com a fauna ou a flora local.
Fotos retiradas do site oficial do Grupo Rio da Prata. Confira mais clicando aqui
2. PLANETA EXO
Planeta Exo é uma empresa que conecta turistas com guias de passeio locais que promovem o ecoturismo em diversos destinos do Brasil. Um pouco voltado para turistas do exterior (algumas informações no site estão em dólar americano, euro enquanto outras se apresentam em real), vale a pena conferir as opções de destinos e entrar em contato com eles para avaliar os orçamentos. Normalmente os pacotes incluem acomodação, transporte, refeições e um guia, podendo também já incluir as taxas do passeio, seguro, bebidas e o equipamento necessário para a aventura da vez!
Fotos retiradas do site oficial do Planeta Exo. Confira mais clicando aqui
3. ALTA VISTA, CHAPADA DA DIAMANTINA.
Um dos destinos ao ar livre mais encantadores do Brasil, a Chapada da Diamantina se situa na região central do Estado da Bahia e é protegido pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, abrangendo as cidades de Lençóis, Andaraí, Mucugê, Palmeiras e Ibicoara, além de ser nascente de quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Limitada por penhascos em uma área de 1.520 km², pode ser visitada de diversasmaneiras e a Alta Vida Ecoturismo oferece passeios de 1 a 8 dias pelo local.
Fotos retiradas do site e instagram oficial do Alta Vista Ecotursimo. Confira mais clicando aqui
4. KORUBO, SAFARI CAMP EM JALAPÃO
Pioneira no Ecoturismo da região, a empresa Korubo oferece uma experiência completa em Jalapão, bioma típico do Cerrado brasileiro. "O luxo naquelas bandas é estar longe da civilização, é apreciar o silêncio, contemplar a natureza, sentir-se parte da paisagem". Assim, é possível aproveitar um destino inusitado e diferente das paisagens que estamos acostumados. Os pacotes de 1 semana são all inclusive, com transporte, hospedagem, alimentação e atividades todas contempladas.
Fotos retiradas do site e Instagram oficial da Korubo. Confira mais clicando aqui
5. ILHABELA!
Por último, mas com certeza não menos importante, nossa querida Ilhabela, berço do nome da Allcatrazes. O site oficial da ilha oferece informações sobre as práticas de ecoturismo na região e biodiversidade local, além de curiosidades dos principais pontos turísticos da capital da Vela no Brasil! Acesse o site aqui e confira mais informações.
Fotos retiradas do site e Instagram oficial da Prefeitura de Ilhabela. Confira mais clicando aqui
Já conhecia algum desses destinos? Além do nosso blog, nos acompanhe também no Instagram para mais dicas relacionadas a vida outdoor.
Por Catarina Weck Glashester
No início do mês de março, dois campeonatos importantes para o Optimist acontecem simultaneamente nas águas de Jurerê. O Iate Clube de Santa Catarina - Veleiros da Ilha sediará, juntamente com a OptiBRA, a Seletiva Brasileira de Optimist 2022 e o 44º Campeonato Sul Brasileiro de Optimist.
Dois meses após o Brasileiro da classe, entre os dias 07 e 13 de março, mais de 130 velejadores estarão em água disputando vagas para os principais campeonatos internacionais da classe, que esse ano consistem em: cinco vagas para o Mundial, na Turquia; quatro vagas para o Europeu, em Sonderborg na Dinamarca; quinze vagas para o Norte-Americano, nas Bahamas; e trinta vagas para o Sul-Americano, no Rio de Janeiro. Além, é claro, do título de campeão e campeã Sul-Brasileiro 2022.
A programação deverá ocorrer como segue: nos dias 07 e 08 de março, serão realizadas as inscrições e inspeções, enquanto dos dias 09 a 13, regatas estão marcadas paraas classes Estreantes e Veteranos, esse último divido em Flotilhas Amarelo/Ouro e Azul/Prata. Para os Veteranos, três regatas são necessárias para constituir a série do Campeonaro Sul-Brasileiro. Quanto aos descartes, a partir da 6ª regata a competição terá 1 descarte. Os Estreantes precisam realizar duas regatas para validar o campeonato e a partir da 4ª regata entra 1 descarte. No domingo, após as regatas, ocorrerá a cerimônia de premiação e encerramento. Serão premiados:
1º ao 10º colocado Geral dos Veteranos
1º ao 5º Geral dos Estreantes
1º ao 3º Mirim (Masculino e Feminino, Veterano e Estreante)
1º ao 3º Infantil (Masculino e Feminino, Veterano e Estreante)
1º ao 3º Juvenil (Masculino e Feminino, Veterano e Estreante)
A previsão do tempo para o campeonato está instável. Nos primeiros dias é provável que teremos um vento da direção Norte/Nordeste fraco, há a previsão de entrada de uma frente de Sul a partir de sexta-feira, aumentando a intensidade do vento até o domingo, quando ele pode voltar a baixar.
Links:
AR da competição: https://optibra.files.wordpress.com/2022/03/ar-sb-e-seletiva-2022.pdf
Quadro de Avisos: https://icsc.regatas.ar/seletivasc/index.php/pt/onb-documents
Acompanhe nossas redes sociais e blog para conferir atualizações diárias e acessar assúmulas do campeonato.
Atualização 1 | 09.03
As condições climáticas não estavam favoráveis e não foi possível iniciar o campeonatona data planejada. As primeiras regatas foram adiadas para quinta-feira, 10.03.
Atualização 2 | 10.03
Na quinta-feira, os ventos estavam clássicos nas águas de Jurerê, compensando bem afalta de vento do dia anterior. Com o céu ensolarado e vento nordeste, na casa dos 12 a 15 nós, o destaque vai para o atleta da casa, Davi Neves, que ganhou as três regatas do dia. Em segundo lugar, a carioca Joana Kubelka Freitas, vice-campeã brasileira da classe, estreia muito bem nessa Seletiva. Seguindo o top 5 da competição, temos mais dois cariocas, Zion Brandão em terceiro e Enzo Ricardi em quarto, contando com Henrique Tannous, do ICSC, em quinto.
Na categoria feminina, Joana lidera o top 3 seguida por Sophia Osthoff, também do ICRJ, que está em 9º no geral. Em terceiro, temos a velejadora juvenil do ICB, Vitoria Viegas,em 14º geral. Após as fotos, confira a súmula do campeonato até agora.
Clique aqui para acessar o álbum com todas as fotos
Súmula Provisória Estreantes
Súmula Provisória Veteranos
Atualização 3 | 11.03
Com um início demorado, o segundo dia de regatas da Seletiva de Optimist teve sua raia preenchida por um vento Sul, do meio da tarde em diante, possibilitando a realização das 3 regatas programadas. Davi Neves segue na liderança após decorrido metade do campeonato.
Já contando com o descarte, Davi soma 7 pontos perdidos e está com três pontos de vantagem para Zion Brandão do ICRJ. Os três atletas que os seguem também são cariocas esão eles: Joana Kubelka, em 3º, Arthur Back, em 4º e Enzo Ricardi, em 5º. O pódio feminino começa com Joana na 3ª colocação geral e conta na sequência com Melissa Paradeda, atleta da casa, em 8º, e Sophia Osthoff, do ICRJ, em 12º geral.
Quanto aos estreantes, o Rio Grande do Sul lidera o top 5 da competição, com 3 atletas do Veleiros do Sul nas primeiras colocações, Teodoro Gaudagnin, Pedro Oliveira e Pedro Koch, e duas meninas do Clube dos Jangadeiros em sequência: Fernanda Schramm eSophia Cerqueira.
Súmula Provisória Estreantes
Súmula Provisória Veteranos
Atualização 4 | 12.03
Mesmo com o tempo chuvoso, a comissão de regatas conseguiu realizar duas regatas para todas as categorias do campeonato, hoje as flotilhas foram divididas em Ouro e Prata para os Veteranos. Davi Neves conseguiu manter, não só sua liderança, como a mesma vantagem de 3 pontos sobre o segundo colocado, Zion Brandão. Joana Kubelka segue na terceira posição da competição, seguida por outros 2 cariocas, Arthur Back e Felipe Vicente.
O pódio feminino segue entre Joana, Melissa Paradeda, que subiu para a 6ª colocaçãogeral e Sophia Osthoff em 16º geral.
Na categoria Estreantes, o RS continua dominando o pódio. O gaúcho Teodoro Guadagnin (VDS) segue na liderança com 18 pontos perdidos. Na segunda posição está Uma Creixell, do CDJ, e Sofia Cerqueira, também do CDJ, está em terceiro. Em quarto e quinto lugar, respectivamente, temos o Pedro Oliveira e Pedro Koch, ambos do VDS.
Súmula Provisória Estreantes
Súmula Provisória Veteranos Ouro
Súmula Provisória Veteranos Prata
Atualização 5 | 13.03
Como sempre, Jurerê entregou uma semana de condições muito variadas para os atletas da classe Optimist e com 10 regatas disputadas, já está definida a Equipe Brasileira de Optimist 2022. Confira a lista completa de velejadores que irão disputar o Campeonato Mundial, Europeu, Norte e Sul Americano ao final desse texto.
Neste domingo se concretizou o que já vinha ocorrendo a semana inteira, Davi Neves é o grande campeão Sul-Brasileiro e da Seletiva de Optimist 2022. Joana Kubelka Freitas, que há pouco consagrou-se Vice-Campeã Brasileira no geral, hoje é também campeã Sul-Brasileira e da Seletiva.
Falando em Brasileiro, é a junção desses dois grandes campeonatos que garante as vagas para os campeonatos internacionais de Op e o grande campeão ao juntarmos as súmulas é Arthur Back. Após 22 regatas, o velejador somou 68 pontos com 3 descartes, quase 10 pontos a frente do 2º colocado.
Para os Estreantes, foram 6 regatas realizadas e um campeonato muito disputado. Ao final, Teodoro Guadagnin (VDS) garantiu o 1º lugar da competição, Uma Creixel (CDJ) terminou em 2º e Sophia Cerqueira (CDJ) em 3º. Em 4º e 5º, respectivamente, ficaram Pedro Carvalho de Oliveira e Pedro Koch, ambos do VDS. Assim, o Rio Grande do Sul dominou o top 5 da competição e colocou 8 atletas no top 10 dos Estreantes.
Súmula Final Estreantes
Súmula Final Veteranos Ouro
Súmula Final Veteranos Prata
Ranking Seletivo 2022
Classificados Equipe Brasileira de Optimist 2022:
vagas para o Mundial, na Turquia; quatro vagas para o Europeu, em Sonderborg na Dinamarca; quinze vagas para o Norte-Americano, nas Bahamas; e trinta vagas para o Sul-Americano, no Rio de Janeiro. Além, é claro, do título de campeão e campeã Sul-Brasileiro 2022.
Mundial - Bodrum, Turquia
Arthur Back
Davi Neves
Joana Cocchi Kubelka
Zion Brandão
Melissa Paradeda
Europeu - Sonderborg, Dinamarca
Enzo Ricardi
Felipe Vicente
Valentina Guimarães Roma
Sophia Osthoff
Norte Americano - Nassau, Bahamas
Eduardo Essinger
Felipe Kath Strassburger
Henrique Tannous
Stefano Siebert Francavilla
Augusto Torre Mateus
Daniel Holck
Théo Sartor
Lucas Araujo Sant’Anna
Renato Gomez Lunetta
João Marcelo Barbosa
Maria Brum
Julio Cesar Floriano
Laura Santos Neves
Lara Nakamura Candemil
Gabriela Paixão
Sul Americano – Rio de Janeiro, Brasil
Arthur Back
Davi Neves
Joana Cocchi Kubelka
Zion Brandão
Melissa Paradeda
Enzo Ricardi
Felipe Vicente
Eduardo Essinger
Felipe Kath Strassburger
Henrique Tannous
Stefano Siebert Francavilla
Augusto Torre Mateus
Daniel Holck
Théo Sartor
Valentina Guimarães Roma
Lucas Araujo Sant’Anna
Renato Gomez Lunetta
João Marcelo Barbosa
Sophia Osthoff
Maria Brum
Julio Cesar Floriano
Laura Santos Neves
Frederico Corseuil
Breno José Macieira
Lara Nakamura Candemil
Said Royo Visconti
Ricardo Essinger
Fernando Lourenço
Gabriela Paixão
Vitoria Viegas
Por Catarina Weck Glashester
No final do ano passado, Marina Bidoia ficou sabendo de um barco que precisava detripulação para uma travessia do Uruguai até o Caribe, trajeto deveria ser feito no menor tempo possível. O comandante, um polonês chamado Leszek Stankiewicz, atualmente residindo no Canadá, iniciou sua viagem pela América Latina em 2019 e precisou parar sua viagem em Piriapólis por quase 1 ano.
Com as restrições da pandemia mundo afora, e a chance de ficar preso de novo, Leszek queria levar seu barco para casa o mais rápido possível, e isso incluía atravessar o Brasil com poucas paradas para descanso durante o Natal e o Ano Novo. Os únicos problemas eram que ele não conhecia ninguém no Brasil, estaria entrando como estrangeirono país e não possuía tripulação. Foi aí que Marina entrou na história.
Marina veleja com a alma e o coração, e faz lindos registros disso em seu Instagram,tendo muita experiência em barcos de classes oceânicas assim como naqueles sem classedefinida.
A pressa do polonês para chegar em casa fez com que a viagem ocorresse na época errada, então antes mesmo de iniciar o percurso, já se sabia que não seria uma tarefa fácil. Querendo atravessar o país do Sul para o Norte, as 2.835 milhas foram percorridas com ventos no sentido Norte-Sul, o que gerou condições que dificultaram um pouco a viagem. Assim, por exemplo, a perna de Abrolhos para Salvador, que deveria demorar 3 dias, demorou 6.
“Acontece que nesse trecho, o vento virou completamente na nossa cara, mal dava para manter um ângulo de 30° em relação ao vento, então a gente abria muito a cada bordo. Assim, numa perna faltavam 60 milhas, quando a gente cambava faltavam 80, na próxima cambada, 75 milhas. Olhávamos e estávamos andando a 7 knots, pensávamos “Que beleza”, mas olhando o rumo, não compensava. Vetorialmente, foi um dos momentos em que mais andamos, mas não era na direção que precisávamos. Com certeza as 300 milhas que precisávamos percorrer viraram 600, e da mesma maneira, 3 dias tornaram-se 6”, conta Marina.
Durante uma viagem dessas, percebemos que algumas coisas básicas do nosso dia a dia, tão naturais e automáticas quando se está em terra, são mais relevantes do que pensamos. “...isso a Tamara falou em uma das palestras dela e percebi como era verdade. Obanho é um marco temporal no nosso dia, e quando você não toma banho, parece que os dias se emendam e você já não sabe mais quanto tempo passou”. Em alto mar, a noção de tempo toma uma proporção diferente. O que mais importa é o horário do seu próximo turno, e já não se sabe mais, e nem faz diferença, se é dia ou hora útil em terra firme. “Quando chegamos a Salvador, liguei para o cara do porto a 1 da manhã do domingo e para mim era mais um momento normal daquela rotina que eu estava vivendo”.
“Quando chegamos ao Rio, não tínhamos tripulação para seguir”.
A embarcação de 42 pés chegou a velejar com combinações de 2, 3 e 4 pessoas a bordo, sendo a Marina e o comandante os únicos que permaneceram em todas as pernas até o barco deixar o Brasil. Além do perrengue inerente a uma viagem dessas, achar tripulação estava mais difícil pois a viagem foi feita bem em época das festas de final de ano.
“Quanto as tripulações, íamos montando conforme as pernas e a disponibilidade e boa vontade de amigos e conhecidos. Por causa de um problema no nosso motor, Leszek gastou um dinheiro que não estava previsto e ai não conseguiu pagar a prometida passagem para a tripulação que iria fazer a perna para o Rio, e eles cancelaram de última hora. Aí é aquela coisa, fomos indo atrás de quem estivesse a fim de encarar um perrengue desses. Achei duas mulheres maravilhosas que não tinham tanta experiência de vela, querendo embarcar para aprender, e acabaram encarando situações como um motor quebrado, velas rasgadas, todas as condições possíveis de vento... E é isso que acontece nessas viagens”
Registros feitos pelos diferentes velejadores que estiveram a bordo do Star Spengeld.
“Ficamos velejando a 0.7 knots por um dia inteiro. Sabe o que é isso? Quando andávamos muito era 1.2 knots, e estávamos com o motor quebrado. Estávamos a mais de 20 milhas da costa, então não tínhamos sinal. É aí que saem os textos, as reflexões... Foi aí que li 3 livros na maior velocidade da minha vida.”
Mesmo com o tempo ocioso e o tédio que acompanham travessias como essa, o maisvalioso em qualquer navegada é aquele momento completamente aleatório em que se olhapara o mar e o corpo é preenchido pela sensação maravilhosa de “não tem nenhum outro lugar no mundo que eu escolheria estar agora do que aqui, no meio do mar”.
Por um desencontro de datas e pelo agravamento da pandemia, com voos sendo cancelados durante dezembro e janeiro, Marina só pode participar da viagem até certo ponto, não seguindo com a tripulação até o Caribe. Na parte da viagem que ela esteve presente, foram 7 paradas até Recife, 8 velejadores que participaram da travessia e incontáveis histórias inesquecíveis.
Velejadores que participaram da viagem e suas respectivas pernas:
1 - Piriapolis - Ilhabela: 1025 milhas, 8 dias, 4 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Vinícius Degrave
Maurício Vicente Cabral
2 - Ilhabela - Rio: 150 milhas, 2 dias, 3 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Vinícius Degrave
3 - Rio - Ilha Grande - Rio: 120 milhas, 2 dias, 2 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
4 - Rio - Vitória: 350 milhas, 3 dias, 4 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Fernanda kienitz
Julia rayes
5 - Vitória - Abrolhos: 270 milhas, 3 dias, 3 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Fernanda kienitz
6 - Abrolhos - Salvador: 450 milhas, 6 dias, 3 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Fernanda kienitz
7 - Salvador - Recife: 470 milhas, 5 dias, 4 pessoas a bordo
Leszek Stankiewicz
Marina Bidoia Gerdullo
Adam
Josef
Por Catarina Weck Glashester
2022 será um ano marcado pela volta de diversas competições importantes, que não conseguiram realizar suas últimas edições em função do quadro da pandemia. Este é o caso da RORC Caribbean 600, regata realizada anualmente em fevereiro, que acabou não ocorrendo no ano passado.
– Wrap Up da última edição realizada, em fevereiro de 2020.
Hoje, dia 21 de fevereiro, às 10:50, será o primeiro sinal de atenção para os 75 barcos inscritos, de 32 a 125 pés e com tripulações de mais de 30 países diferentes, incluindo representantes do Brasil. O percurso conta com uma navegada longa pelos mares do Caribe, passando por 11 ilhas da América Central, sendo um teste de resistência e aptidão tanto da tripulação quanto do barco e seu respectivo equipamento.
A sequência de largadas para as 6 classes iniciará às 11h dessa segunda-feira e não há limite de tempo para finalizar o percurso. Como o próprio nome já indica, são 600 milhas náuticas navegadas por uma regata que já atraiu mais de 600 velejadores nessa edição.
- Tracking das equipes de 2020 com o percurso a ser realizado. As marcas a serem montadasestão descritas no Anexo do Nottice of Race e o link de acesso está no final dessa matéria.
Iniciando e finalizando em Antigua, o percurso vai tão ao Norte quanto a ilha de Saint Martin, até as pequenas ilhas de Saintes of Guadaloupe ao Sul. A regata é considerada “uma das mais complexas e desafiadoras regatas da competição oceânica”, conforme o siteda Maseratti. Com o Maserati Multi 70, eles que detém o recorde de fita azul da regata, tendo completado a edição de 2019 na terça-feira (dia 19 de fevereiro), fazendo o percurso em 1 dia, 6 horas, 49 minutos e 0 segundos, um pouco mais de 1 hora mais rápido do que o recorde anterior. O time comandado por Giovanni Soldini (ITA) acaba de ganhar a RORC Transatlantic Race, competindo contra os mesmos adversários da RORC 600.
Maserati, PowerPlay e Argo irão brigar novamente pelo Multihull Line Honours. Onze multicascos estão atualmente inscritos na competição e muitos deles buscarão a vitória no tempo corrigido. Já o Monohull Line Honours será provavelmente decidido entre três Maxi Yatchs: Skorpios (ClubSwan 125), Comanche (Vendier VPLP 100) e o Leopard (Farr 100). Na IRC Super Zero, temos seis versões do Volvo Open 70, mais o Swan Shamanna de 115 pés e o Mills 68 Prospector. Dez barcos Class40s estarão presentes na competição e será uma grande disputa entre os times da França, EUA e Itália.
- Imagens de edições passadas, retiradas do site oficial do evento.
“A RORC Caribbean 600 e Antígua são como ir para casa e rever a família; nós simplesmente amamos o evento e as pessoas. Depois de perdermos o evento de 2021 estamos absolutamente felizes de termos tantas inscrições maravilhosas.” – Tradução livre da fala do diretor da regata, Chris Stone.
Links com mais informações:
Nottife of Race (Aviso de Regata)
Site oficial do evento
Tracking
Live Blog (Blog com informações ao vivo)
Matéria fonte das informações
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Por Catarina Weck Glashester
Você conhece o nosso processo de personalização de um produto, e sabe comoencomendá-lo?
Primeiramente, é importante lembrar que não somos uma empresa de uniformização, mas esse serviço nasceu com a ideia de valorizar as origens de cada equipe de vela e hoje já é muito mais do que apenas isso. Devido a essa necessidade, organizamos nossa produção para ofertarmos a personalização de alguns itens da nossa linha de produtos. Confira abaixo alguns dos nossos equipamentos e vestimentas que receberam esse serviço, bem como alguns modelos desenvolvidos para a aprovação por parte do cliente.
Nossa produção à entrega ocorre em lotes programados, e como o ciclo da personalizaçãoacaba saindo da nossa estrutura de produção linear, o custo de passagem por essas etapas a mais precisa ser inserido no produto final. Além disso, o processo demanda tarefas diferentes do dia de cada um de nossos colaboradores, tanto no gerenciamento da produção, como através de um atendimento totalmente personalizado, com entrega de protótipo visual para a aprovação do cliente antes do início da produção do produto. Todos esses custos acabam sendo diluídos em pedidos maiores, por isso quanto maior a quantidade de itens encomendados maior o desconto recebido.
Trazemos o processo explicado com o passo a passo aqui no nosso blog para termos uma relação cada vez mais transparente com você que está sempre nos acompanhando. Também achamos importante que o cliente saiba, a todo momento, por quais serviços ele está pagando e que ele tenha a certeza de que receberá a qualidade pela qual pagou, seja do produto, do atendimento e da experiência de compra como um todo.
Esperamos que nosso processo de personalização de equipamentos e vestuário tenha ficado um pouco mais claro para você e frisamos que estamos sempre a disposição para tirar as dúvidas que você venha a ter sobre nosso processo produtivo. Clique aqui e seja direcionado diretamente para o nosso atendimento pelo WhatsApp para tirar mais dúvidas e receber informações.
Faça um orçamento!
Por Catarina Weck Glashester
Começou oficialmente nesta terça-feira, em Maria Farinha, um dos campeonatos mais importantes para as classes da Vela Jovem: a Copa da Juventude 2022.
A competição faz parte da Seletiva para o Mundial da Juventude, que recebe um representante de cada país em cada uma das classes e é o maior objetivo de classificação da galera da Vela Jovem!
Dos dias 25 a 30/01, o campeonato terá 5 dias de regata e as categorias de competição são as seguintes: Laser Radial M/F, 420 Misto/M e F, 29er M/F, Windfoil M/F, Formula Kite e Hobie Cat 16 com balão misto. O Cabanga Iate Clube de Pernambuco recebe um total de 60 velejadores! Estão programadas duas regatas por dia, de quarta (26/01) até o sábado (29/01), para as Classes 420 e ILCA 6, três para Hobie Cat 16 com balão e 29er e quatro para Formula Kite e iQFOil.
Dez estados brasileiros participarão do campeonato com suas flotilhas, são eles; Pernambuco, Ceará, Paraíba, Bahia, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.
Postaremos aqui no blog atualizações diárias e as súmulas de cada dia, não deixe de acompanhar!
Atualização 1 | 25.01
Súmulas e fotos do 1º dia de competições, 25/01:
ILCA 6
420
29er
HC 16
Kite
Windfoil
Fotos do primeiro dia da Copa da Juventude
Fotos: Diego Lins/AfterClick/Cabanga
Atualização 2 | 26.01
Após o segundo dia de competições da Copa da Juventude, confira as principais posições de cada uma das classes e suas respectivsas súmulas completas.
ILCA 6: Erick Carpes do Veleiros do Sul lidera a competição após 4 regatas, tendo como pior resultado um 3º lugar. Em seguida, o atleta Vitor Bahia, do YCB, soma 20 pontos nas 4 regatas da competição e para fechar o top 3 temos a atleta Isadora Dal Ri, representando muito bem as meninas da classe. No feminino, seguindo a Isadora (CDJ), temos as velejadoras Mariana Mirow e Marina Erthal, do Iate Clube do Rio de Janeiro e Clube Naval Charitas, respectivamente. Bernardo Martins do ICRJ fecha o top 3 masculino sub 19.
Confira a súmula completa
420: Na classe 420, Alex Kuhl e Handrey Cantini (YCI) somam 13 pontos em 4 regatas e estão no 1º lugar da disputa. Com mais uma presença feminina no top 3 geral, Joana Gonçalves e Luisa Madureira (ICRJ) se mantém em 2º no campeonato, seguidas por Pedro Muricy e Diogo Petersen (ICRJ). Na classificatória feminina temos Julia Vicente e Sofia Berardo (ICRJ) e Luiza Moré e Catarina Gick (VDS) na disputa sub 19. Vinicius Ribeiro e Caio Nogueira, do ICRJ, fecham o top 3 masculino sub 19.
Confira a súmula completa
29er: Com 6 regatas disputadas, Theo Chao e Lua Le Corre do clube YCSA tomam a liderança do campeonato, que no primeiro dia estava nas mãos de Guilherme e Fernando Menezes de Santa Catarina, a diferença entre eles é de 1 ponto. Em terceiro está a dupla feminina do Iate Clube de Santa Catarina, Clara Meyer e Livia Nogueira, seguidas por Manoela Azevedo e Julia Ollivier (CDJ e CICP) e Gabriela Vassel e Alexia Buuck (ICRJ/YCSA) no feminino sub 19. Phillipp Hofmeister e Victor Malagrini fecham o top 3 masculino sub 19.
Confira a súmula completa
HC 16: Também com 6 regatas corridas, Guilherme e Milena Araújo (CICP) estão invictos no campeonato e possuem apenas 5 pontos perdidos. Lucas Gabriel e Sofia Montenegro (ICP) estão em 2º no campeonato com 5 pontos de diferença. A classe possui apenas a categoria mista na raia.
Confira a súmula completa
Kite: Após 9 regatas e 1 descarte, Marcos Americano (BL3) compete pela categoria sub 16 e perdeu 9 pontos até agora. Seguido por Lucas Pes Fonseca (OKP) e Luiz Paulo (Kitecabanga). A classe possui apenas a categoria masculina na raia.
Confira a súmula completa
Windfoil: Hugo Queiroz (KTK) é o único atleta na categoria masculina e, portanto, lidera essa categoria bem como a geral. Sofia Faria (LIC) está em 2º e 1º feminino e Bruna Patrício (TEMPO/YCSA) está em 3º geral e 2º feminino.
Confira a súmula completa
Fotos: Diego Lins/AfterClickCabanga
Atualização 3 | 27.01
A Copa da Juventude é etapa classificatória para o Mundial da Juventude 2022, em Haia, Holanda, e a competição segue até dia 29/02. Confira nas súmulas o que rolou no terceiro dia de regatas!
ILCA 6
420
29er
HC 16
Kite
Windfoil
Atualização 4 | 28.01
Súmulas do 4º dia de competições, 28/01:
ILCA 6
420
29er
HC 16
Kite
Windfoil
Atualização 5 | 29.01
No dia que seria o último das competições da Copa da Juventude, devido a falta de vento, as regatas foram canceladas as 13h a partir da bandeira Recon sob Alfa, e portanto prevaleceram os resultados do dia anterios, 28/01. A imagem abaixo contém a Equipe Brasileira de Vela Sub-19, que representará o Brasil no Mundial da Juventude, com realização em Haia na Holanda dos dias 9 a 16 de Julho.
Confira as imagens e os nomes dos atletas que ficaram no pódio de cada classe. A competição foi a etapa final da classificatória para a Equipe Brasileira de Vela Sub-19, junto com o Campeonato Brasileiro de cada classe, mas é aberta para atletas até a faixa etária de Sub-23.
ILCA 6 Masculino:
1º Erick Carpes/RS
2º Felipe Fraquelli/RS
3º Vitor Peixinho/BA
ILCA 6 Feminino:
1º Mariana Mirow/RJ
2º Isadora Barbosa/RS
3º Júlia Carreirão/RS
420 Masculino:
1º Alex Kuhl/Handrey Cantini/SP
2º Vinicius Ribeiro/Caio Nogueira/RJ
3º Pedro Muricy/Diogo Peterson/RJ
420 Feminino:
1º Joana Gonçalves/Luísa Madureira/RJ
2º Júlia Cantarino/Manuela Lobato/RJ
3º Júlia Vicente/Sofia Berardo/RJ
29er Masculino:
1º Theo Chao/Luc Le Corre/SP
2º Guilherme Menezes/Fernando Menezes/SC
3º Phillipp Hofmeister/Victor Malagrini/SP
29er Feminino:
1º Manoela Azevedo/Júlia Ollivier/RS/PE
2º Clara Meyer/Lívia Nogueira/SP
3ºMarina Uegama/Larissa Ferreira/SP/RJ
Hobie Cat 16 Misto:
1º Guilherme Araújo/Milena Araújo/PE
2º Lucas Gabriel/Sofia Montenegro/SE
Kite
1º Marcos Americano/SP
2º Lucas Fonseca/MA
3º Luiz Paulo/CE
Windfoil Masculino 1º Hugo Queiroz/DF
Windfoil Feminino
1º Sofia Faria/SC 2º Bruna Patrício/SP
Confira as súmulas finais clicando aqui
A Equipe Allcatrazes parabeniza todos os atletas participantes das sequências de eventos que ocorreram no início desse ano nas águas do Nordeste! Que os bons ventos sigam acompanhando vocês até o final de 2022.
Por Catarina Weck Glashester
Que tal ler mais livros escritos por mulheres?
Neste ano de 2022 foi sediado em Maria Farinha o 50º Campeonato Brasileiro de Optimist, finalizado na semana passada. Além de uma presença feminina quase equivalente à masculina (61 velejadoras e 78 velejadores, o que quer dizer que 44% dos participantes eram meninas), tivemos duas atletas presentes no Top 3 da competição: Joana Cocchi Freitas e Melissa Paradeda, em 2º e 3º respectivamente.
Assim, nos sentimos inspiradas com todas essas meninas na raia e resolvemos trazer aqui histórias para impulsionar essa nova geração de velejadoras! Nosso primeiro post literário aqui no blog (já fizemos alguns no Instagram) tem como tema Mulheres na Vela. Trazemos 3 livros escritos por velejadoras que contam diferentes jornadas pelos mares dessemundo. Com narrativas reais e sinceras, confira as dicas de hoje:
O livro Mulheres Velejando pelo Mundo contém uma sequência de crônicas escritas cada uma por uma velejadora sobre a vida ao mar, velejos de final de semana, histórias de encontros com o barco e o pôr do sol perfeito. O livro possui 28 crônicas ao longo de suas 304 páginas. A edição possui os textos tanto em português quanto em francês, por ter participação de escritoras francesas e recebe vida com um caderno de fotos coloridas que acompanham algumas das histórias. O livro é da editora 7 letras e pode ser adquirido pelo site da editora.
Sete Anos em Sete Mares conta a jornada de uma mulher que saiu completamente da sua zona de conforto, se lançando ao mundo em busca da solução para os problemas ambientais do nosso planeta. "Após cruzar oceanos, atuar em causas socioambientais em mais de 80 países e visitar as regiões mais inóspitas do mundo, Barbara Veiga, fotógrafa, documentarista e jornalista, conta suas emocionantes experiências ao passar sete anos morando no mar." Seus relatos apaixonantes sobre a vida marinha e tudo que podemos aprender com ela, aprender a confiar nas pessoas, é sobre ser uma mulher em um meio predominantemente masculino, a solidão e saudade de casa, aventuras em meio a piratas e prisões no Caribe, mas, acima de tudo, sobre uma vida trabalhando em causas junto ao Greenpeace, Sea Shepherd e Avaaz.
Sua preparação foi longa. Quem assistiu ao vídeo de Amyr Klink justificando o porquê de não emprestar seu barco à filha Tamara Klink para que ela pudesse repetir a viagem do pai à Antártica, entenderá do que estamos falando (para quem ainda não viu, clique aqui e assista, pois valerá a pena). Com 23 anos de idade, Tamara se encontrou pronta para ir rumoà sua primeira viagem em solitário, da Noruega até a França em um veleiro chamado Sardinha. Após a travessia, lançou o bom Crescer e Partir com dois livros intitulados: Mil Milhas, com poemas, desenhos e relatos de sua viagem, e Um mundo em poucas linhas, que contém tanto poemas quanto textos em prosa sobre viagens feitas com a família e as diferentes travessias realizadas ao longo de sua vida.
"Uma mulher precisa viajar. Para descobrir por si mesma aonde é capaz de chegar." - Tamara Klink
Se você conhece outros livros sobre o tema, pedimos que por favor deixe nos comentários indicações de navegadoras que compartilharam conosco suas histórias através de livros, filmes, poemas, documentários ou o que for. Para que possamos todos ter acesso a relatos cada vez mais fascinantes de mulheres que desbravaram o mundo afora. Para finalizar, deixamos aqui o link de um dos vídeos do Instagram da Tamara Klink, onde ela convida a todas nós mulheres a irmos onde quer que acreditemos ser possível.
Clique aqui e assista ao vídeo