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O poder transformador do 'Blue Mind'

O poder transformador do 'Blue Mind'

Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade. Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional. A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável. A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas. Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer. Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind: Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila. Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano. Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante. Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água. Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente. Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.

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O poder transformador do 'Blue Mind'
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O poder transformador do 'Blue Mind'
Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade. Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional. A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável. A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas. Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer. Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind: Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila. Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano. Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante. Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água. Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente. Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.
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O que fala mais alto: seu CPF ou CPNJ?
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O que fala mais alto: seu CPF ou CPNJ?
Por Isabella Demari   Vivemos uma era onde a idealização do sucesso se tornou tão invasiva que ultrapassou o limite de algo sustentável a longo prazo. Na realidade, ser uma pessoa bem sucedida é algo muito individual, mas que pesa para todos. Essa busca incessante, e admiração de figuras de gerações anteriores que valorizavam muito o trabalho, desencadeou a falta de cuidado com o momento de descanso.   Antigamente se dizia: “Trabalhe enquanto eles dormem” Nota-se que no passado a tecnologia não era tão avançada e as tarefas demandavam um pouco mais de tempo para acontecer.   Com o avanço da mesma, o processo foi se tornando cada vez mais acelerado, aumentando consideravelmente a demanda e a exigência dos prazos. Era apenas uma questão de tempo até entendermos que não somos máquinas e nem devemos nos comportar como tais. A internet não tem limites e acabamos sendo absorvidos por essa perspectiva, sugando nossa energia.   O cansaço se tornou tão banal e normalizado que, em tempos modernos, só existe o: faça cansado mesmo. E essa falta de descanso, alimenta um ciclo de aceleração onde deixamos de aproveitar os momentos em presença. Pode até se falar em relaxar, porém o medo de ficar para trás é tão grande, que hoje em dia não sabemos mais como relaxar.     Segundo o New York Times, “a pandemia nos lembrou que existimos para mais que um só trabalhar e abriu espaço para reimaginar como um emprego pode se encaixar em uma vida boa”; mas, a necessidade de preencher esse espaço pode ser o que tornou tudo um pouco mais complicado. Nossas tarefas, hobbies e rituais ao invés de beneficiarem um estilo de vida, causaram a famosa ansiedade. Como vou dar conta de tudo? Como todo mundo faz e eu não? Como?... O anseio de melhorar a qualidade de vida se tornou um dos maiores indicadores de ansiedade. E como se relaxa em um mundo onde nada está bom, o multitasking gritando para ser realizado e ficamos cada vez mais esgotados?   A resposta é: não é fácil, mas é simples.. A ansiedade muitas vezes bate na nossa porta, no entanto, o melhor que podemos fazer é convidá-la para sentar e talvez tomar um chá. Não é fácil, mas você pode valorizar toda vez que finaliza uma tarefa. Não é fácil, mas você pode focar mais na vida, na natureza e nos encontros ao ar livre - da forma que é possível hoje. Não é fácil, mas você pode usar menos o celular e olhar mais pro mundo. Não é fácil, mas aos poucos vai ficando cada vez menos complicado e mais integrado.     Pouco a pouco as coisas vão tomando forma, vão demandando menos de você, e se constrói cada vez mais uma tranquilidade no seu interior. Um espaço que não precisa ser preenchido, um tempo que não necessita de corrida e um sossego que tudo está dentro dos conformes, mesmo se tudo não estiver nos conformes impostos por nós mesmos.   No final das contas, CNPJ nenhum se sustenta sem um CPF bem estruturado, e isso não tem nada a ver com estar com tudo perfeito. Tem a ver com estar tudo da melhor forma possível, e são duas coisas completamente diferentes. Tenha isso em mente.     Fotos: Gabriel Klein Modelo: Rayane Amaral
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Economize tempo (e dinheiro!) 😮‍💨
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Economize tempo (e dinheiro!) 😮‍💨
Por Aline Ilha   Para uma vida sempre em movimento   Viajar leve é assumir que o protagonista da viagem é você, não sua mala. Uma bagagem grande pode ~e certamente vai~ te causar vários estresses durante o percurso (não é à toa que existe a expressão “fulano é um mala”, não é mesmo?! 😂). Além do desconforto de ficar carregando um peso desnecessário por aí, você perde tempo com a arrumação, enquanto poderia estar curtindo a viagem.   Ainda não te convenci? Pense na última vez que você viajou. Realmente utilizou TUDO que você levou na mala? Não vale mentir 👀   Então, vamos ao que interessa?   Avalie o clima do seu destino e quanto tempo você irá ficar. Tendo isso em mente, é possível fazer escolhas inteligentes. Se não tiver determinado o período de viagem ainda, pense em uma mala para 7-10 dias. Afinal, existem lavanderias por aí!   Escolha a mochila ou mala adequada Vai para uma ilha em que os percursos são todos na areia? Opte por uma mochila ou uma mala que você consiga carregar no ombro ou nas costas (não vai querer atolar sua mala de rodinha, né?!). A sua bagagem deve te acompanhar em seus movimentos, e não o contrário   Meme via Memedroid by bitotufi Dica: A Mochila Alfa e a Mala Delta, testadas e aprovadas, são perfeitas para viagens mais curtas 😉   O tão amado: CHECKLIST Fazer uma lista do que levar torna mais fácil visualizar as quantidades de cada item, evitar tudo o que é supérfluo e perceber se não está esquecendo de nada!   Inicialmente, separe em cima da cama as roupas, sapatos e acessórios que você gostaria de levar. Agora que você já tem uma visão geral, avalie se as peças combinam entre si (quanto mais combinações entre elas, mais looks diferentes você tem). Aquela blusa que você gosta, mas só usa em raras ocasiões, não precisa ir com você, priorize o versátil   via Pinterest Para te ajudar, nós da Allca criamos um checklist básico para qualquer viagem: Dicas extras Corta vento: pode te salvar em mudanças de temperatura Leve o mínimo de líquidos possível, para evitar vazamentos (ou coloque todos dentro do Cooler, que não vaza 🤣). Brincadeiras a parte, shampoos/condicionadores em barra são ótimos e ocupam menos espaço Em uma viagem em grupo, evite itens repetidos de uso comum, escolha quem fica responsável por levar o que. (Ex.: vocês podem dividir o repelente, a pasta de dente, caixa de som, secador de cabelo, etc.) Se a sua viagem for curta, não precisa levar todos os produtos de Skin Care, leve o básico. Carregador portátil o salvador quando a bateria está acabando e precisamos do GPS para chegar no destino Já tentou abrir um vinho de rolha sem abridor? Recomendamos fortemente carregar um abridor de vinho, especialmente se for acampar. (abridor de cerveja também é uma boa pedida)
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Celular, computador, fones de ouvido, carregadores (e internet!)
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Celular, computador, fones de ouvido, carregadores (e internet!)
Por Aline Ilha   Achou esse checklist estranho? Então, isso é tudo o que preciso levar na mochila para ter a minha vida profissional funcionando em qualquer lugar!   Prazer, me chamo Aline Ilha, sou gaúcha, designer da Allca e entusiasta da vida em movimento. Tenho formação em Design Visual e venho experienciando cada vez mais o nomadismo digital, o anywhere office, ou o trabalho remoto em qualquer lugar, chame como quiser. Sempre tive um pezinho na estrada e poder alinhar as atividades profissionais com esse impulso é um combustível que me motiva, me inspira e, consequentemente, aumenta minha produtividade.   Mas, é simples assim? Colocar esses itens na mochila e partir?   Não, my friend! (do inglês: meu amigo) Primeiro de tudo, diversas profissões dependem, e muito, de atividades presenciais. Não dá para fazer uma cirurgia sem ter contato com o paciente, né? Então, antes de se jogar mundo afora, veja se as suas demandas podem ser executadas de qualquer lugar.   Agora, se você se encaixa em um trabalho que permite realizar suas tarefas em Home Office, te convido a sair de casa, ou se estiver pronto, viajar por aí e experimentar esse estilo de vida. Não precisa partir para o outro lado do planeta já de cara, existem muitos lugares que te permitem viver Micro Aventuras diárias, muito mais perto do que você imagina. Explore!   Importante ter em mente: essa mudança de ambiente não é bagunça, mantenha sua rotina alinhada com seus afazeres (afinal, não se trata de férias, né?!)   Minha principal dica para isso é passar pequenas temporadas em cada destino (pelo menos uns 10 dias). Assim, você tem tempo de trabalhar tranquilo; pode conhecer o entorno com calma em momentos de lazer e finais de semana; e não se sente culpado ou ansioso por estar trabalhando, ao invés de estar desbravando o local.     Desafios constantes   A organização de tempo é o principal desafio. Isto porque a flexibilidade nos horários, se não for bem administrada, pode fazer com que a pessoa confunda a vida pessoal com a profissional   Além disso, a distância da equipe muda um pouco a dinâmica. A falta de alinhamento pode ser um problema, mas a tecnologia está aí para suprir isso, então com planejamento bem feito tudo dará certo. *Se você está em um fuso diferente, é um desafio extra, mas nada impossível.   Janela para o mundo   Mais descobertas, mais possibilidades, mais inspiração, mais conexões. Viver o nomadismo digital é sair da zona de conforto!   Um dia me perguntaram “O que você mais gosta quando viaja?”. Fiquei refletindo por um tempo, pensei nos lugares mais lindos, nas comidas deliciosas que provei, na sensação de frio na barriga, ao entrar no avião… Nenhuma dessas respostas parecia “certa” pra essa pergunta, então comecei a contar sobre algumas figuras que conheci em viagens e me interromperam:   “É simples. Pessoas. Isso é o mais valioso de qualquer lugar”.   Aquilo me pegou, afinal, somos feitos de conexões, de presença e de trocas, não é mesmo?     É sobre > estar sempre em movimento > carregar algo > buscar novas experiências > compartilhar histórias   E ainda me perguntam por que eu amo meu trabalho…   Nos encontramos por aí! 🤗 @alineilhas  
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Muito mais do que uma mesa organizada
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Muito mais do que uma mesa organizada
Por Victoria Sanhudo (@vivendolivre)   O que seu ambiente diz sobre seu bem estar Durante a pandemia ficou nítido o quanto o ambiente que estamos inseridos impacta a forma como vivemos. Existem ambientes que podem nos deixar felizes, entusiasmados e energizados, mas também existem ambientes que provocam ansiedade, tristeza e mal estar.   No momento em que tudo mudou, a casa também se transformou. Agora não é apenas um lugar de passagem, mas um espaço que você precisa se reconhecer.   Sua casa não precisa ser igual a foto que você salvou do Pinterest, ou a casa da sua amiga e muito menos uma casa de revista. Sua casa fala sobre você e precisa estar alinhada com o que você ama e vive.     Outro fato interessante é que depois da pandemia, a maioria dos escritórios aderiu ao modelo remoto ou híbrido.   Como ter um espaço dentro de casa que aumenta minha produtividade e criatividade?   Não existe uma regra única, cada indivíduo se adapta melhor com o que a sua mente deseja. Os seres humanos gostam de se sentir parte dos ambientes físicos por isso é importante investir numa arquitetura mais sensorial, através de memórias visuais, auditivas e até olfativas para que as pessoas se sintam pertencentes.   Gosto de enfatizar que quando decidimos arrumar algo dentro da nossa casa também estamos tentando resolver algo íntimo que esta nos incomodando. A reforma é sempre uma oportunidade de mexer e mudar nossa vida externamente e internamente (mesmo que de formas mais sutis).     Você não precisa de grandes investimentos e algumas vezes basta mudar e reposicionar o que você já tem.   Quem nunca sentiu que precisava reorganizar prioridades e começou organizando o armário de casa?   A limpeza e a organização atuam diretamente na produtividade. É incomum alguém conseguir organizar sua rotina de trabalho sem ter uma área de trabalho organizada.   O primeiro item de um home-office ideal é ter uma confortável cadeira e uma mesa espaçosa (para manter organizada). Escolha um espaço da casa com menos barulhos, pois alguns sons podem atrapalhar a concentração. Os sons da natureza podem inspirar e manter uma música de sua escolha tocando pode fazer com que a criatividade flua de forma mais natural. O ser humano se sente mais confortável com iluminação natural. Então, se você puder posicionar a sua área de trabalho para pegar alguns raios de sol, melhor. Lembrando que no Brasil a melhor fachada para apartamentos e casas é a fachada norte. Fato sobre iluminação: luminárias quentes acolhem e luminárias frias despertam. A vegetação melhora a qualidade do ar e proporciona mais calma para o ambiente. Escolha o Bambu da sorte, cactos, suculentas ou Costela de adão para ter na sua mesa. As cores impactam, também. Azul e verde estimulam a calma e serenidade. E o laranja e vermelho mais agitação e movimento. Você não precisa pintar o ambiente todo, mas ter quadros e objetos decorativos com as cores que você desejar. O olfato (pouco falado) é fundamental para deixar o ambiente mais acolhedor. Explore velas e aromas. O alecrim é uma ótima opção para concentração e bergamota para estimular a criatividade.       Sua casa e seu ambiente de trabalho precisam funcionar como um carregador de celular e repor as suas energias. Caso esses espaços estejam te sugando você precisa regorganizar algo.
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Esqueça um pouco de ser bom no esporte
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Esqueça um pouco de ser bom no esporte
Por Isabella Demari   Que o esporte traz benefícios indispensáveis para a saúde física a longo prazo, é indiscutível, mas já parou para pensar quais os ganhos de começar um esporte cedo na vida para o nosso desenvolvimento pessoal? A decisão de colocar um filho em alguma atividade física na infância já se tornou algo cultural, o que automaticamente se torna isento de questionamento. No texto hoje, vou analisar a minha trajetória e ressaltar tudo que me foi lapidado através de uma atividade física.     Sempre fui uma criança muito ativa, transitava por diversas áreas e consegui expandir diversas habilidades. Já fiz judô, handebol, futebol, ballet, jazz, street dance, muay thai, surf, skate, funcional, musculação, aula de tecido, bike, e por aí vai. Todos os esportes me ensinaram algo em comum: a gente nunca nasce sabendo. O primeiro passo é compreender o processo de ficar bom em algo (principalmente na era de imediatismo que estamos vivendo), isso significa que ser ruim em alguma coisa te ensina em como criar uma base sólida para permanecer consistente. O que isso significa? Não ter suas habilidades aprimoradas te treina a ser humilde para aceitar esse fato; determinado para saber onde se quer chegar; consistente, pois reconhece a importância de tentar todos os dias; paciente para saber a hora certa de colher o fruto; e a habilidade mais importante: saber se divertir.   Toda e qualquer atividade que você realiza e se conecta, será uma ferramenta muito poderosa de autoconhecimento. O esporte que mais me tocou até hoje foi o surf, não por ser boa, mas porque eu aprendi muito sobre mim. Eu, desde pequena assistia filmes de surf, vídeos absurdos que me deixavam encantada, mas o que eu tinha esquecido era o que havia por trás daquilo. Com isso, eu idealizei o meu processo através das telas o que obviamente, me rendeu muita frustração (mas calma que ela não acaba aqui haha). Nos esportes ao ar livre existe um fator determinante para um bom desempenho: a natureza: apesar de bela, é imprevisível e potencialmente perigosa.     Em minha experiência, o mar se tornou um mestre da vida para mim. Lidar com as forças da natureza é aprender a soltar o controle e aceitar as condições. Além disso, é aprender a lidar com o que se apresenta para você. Não existe espaço para o “e se” pois não é, e só isso que importa. O espaço que pode ser preenchido é: o que eu posso fazer com o que eu tenho agora?   Atente-se à grandeza que é viver aquilo que se está e não o que se quer, pois só se consegue o que se quer, aceitando aquilo que se faz presente.   Eu estava tão focada em ser boa que eu não me permitia errar e me divertir, e como sabemos, sem erro e tentativa não se evolui. Aos poucos fui parando de competir comigo mesma, e comecei a me permitir ser ruim, rir de mim mesma, de ser uma iniciante. A leveza e a disciplina andam lado a lado, não existe crescimento saudável com uma cobrança incessante. O divertimento torna-se o ingrediente essencial, pois sem ele a rigidez e a frustração se tornam tão grandes, que se perde o encanto e a fluidez que a vida te proporciona quando se caminha em equilíbrio. Permita-se viver, pois a vida é bem mais erros do que acertos.   A vida reserva seus tesouros, não para aqueles que são apenas exploradores, mas para aqueles que também são atentos.    
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O poder das palavras e do encontro com você mesma
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O poder das palavras e do encontro com você mesma
Por Maria Eduarda Ilha Quando se está em um período sabático, até um simples texto de apresentação se torna uma oportunidade de mergulho interno Escrever um texto de apresentação pode parecer uma tarefa simples, mas me peguei encarando essa página em brancopor um longo tempo. Tenho tido cada vez mais cautela nas palavras que escolho utilizar, principalmente, quando dizem respeito a algo tão profundo quanto a minha autoimagem e o meu encontro comigo mesma.   Enquanto seres humanos vivendo em uma sociedade pós-moderna, estamos a todo momento buscando definições.Desde crianças, nos perguntam o que gostaríamos de ser quando crescermos; essa pergunta supostamente tão banal é só o primeiro de muitos questionamentos externos que nos são impostos prematuramente; sempre acompanhados de expectativas de respostas prontas e seguras.   Por muito tempo, minha resposta foi “advogada”. Quando me perguntavam quem eu era, automaticamente respondia, Eu Sou advogada. Mulher; carioca; 26 anos; advogada. De tanto repetir, internalizei; me apeguei ao conforto do contorno delineado por essas palavras. Até o momento em que a zona de conforto começou a se tornar desconfortável e novos questionamentos começaram a brotar de dentro de mim.     Quando me dei conta, estava planejando tirar um período sabático. Queria descobrir quem era a pessoa por trás de todas essas respostas prontas. Saí do meu emprego, entreguei o meu apartamento e decidi viajar com uma mochila de 50 litros nas costas. Senti dentro de mim um pulsar; uma urgência em me conectar com realidades diferentes da que eu sempre vivi; com pessoas, culturas e experiências novas, que pudessem me mostrar um pouco mais do mundo e, por reflexo, de mim mesma.   Prestes a completar seis meses de sabático e mais de dois meses viajando pelo Brasil, ainda me surpreendo com a potência que é ter escolhido desacelerar para questionar as escolhas até então feitas. Esse período sabático tem sido um convite para desapegar de todas as expectativas, incluindo as que eu mesma construí sobre colocar o pé na estrada e viajar sozinha.     Tenho me nutrido e vivido intensamente. A todo momento, me pego desenhando formas de transbordar o que sinto e, de quebra, me conectar com as pessoas que eu amo. Cada vez mais entendo que a vida segue seu próprio ritmo e que cabe a cada um de nós construir momentos de qualidade, troca, conexão e amor. E por isso, recentemente criei a newsletter “Diário de Bordo”. Em meu primeiro texto, fiz um pequeno alerta aos que se sentiram compelidos a assinar:   “Esse diário de bordo é um sonho novo que germinou dentro de mim; uma newsletter com devaneios, entregas, transbordares de alma e um convite para seguirmos navegando juntos. Não prometo linearidade ou travessias sempre tranquilas; o mar aqui dentro também sabe ser tormenta. Seja pela calmaria do entendimento; seja pelo desconforto do crescimento; Navegar é preciso.” Essa newsletter tem sido um projeto de escrita terapêutica e de experimentação. Escrevo quando sinto que tenho algo a dizer; ou quando sinto que preciso de um momento de pausa para assimilar a intensidade da jornada. Escrevo para me conectar, comigo e com os que se abrem para refletir e compartilhar. Escrevo para despertar inspiração e magia.   “É preciso cultivar a leveza para sustentar o peso dos questionamentos que surgem a partir da reconexão. Até agora, eu vivi ou sobrevivi? O que é natural: produzir e consumir ou sentir, existir e vicejar? A minha relação com a natureza é simbiótica ou parasitária? E a minha relação com o meu corpo? E a minha relação com os outros? E a minha relação com o divino?     Tenho percebido que toda essa magia acontece a partir do sentir. Ao me abrir para o sentir, desapego do reprimir. Entendo que para acessar com clareza níveis mais profundos de entendimento e experimentação, preciso estar disposta a mergulhar no medo, na dor, na alegria, no amor... e na fé, principalmente na fé. Fé de que a vida pode nos presentear com as respostas que tanto buscamos se estivermos dispostos a sermos vulneráveis.   Escrever um texto de apresentação pode parecer uma tarefa simples, mas me peguei encarando essa página - que agora contém um pouco de mim, por um longo tempo. E no momento presente, quando me perguntam quem eu sou, com presença respondo:   Eu Sou movimento. Eu me permito expandir, crescer, contrair, ocupar o meu corpo, meu espaço, minha voz. Me abro pra vida celebrando o universo que há em mim. Assim sendo; Ocupando; A natureza de que se está; E é. E te convido a fazer o mesmo.   Vamos juntos? Inscreva-se na newsletter "Diário de Bordo" para acompanhar mais conteúdos da Duda e siga ela no instagram @mariaeduardailha_ CLIQUE PARA SE INSCREVER
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Rotina! Essa coisa chata!
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Rotina! Essa coisa chata!
Por Laura Vargas   Se você já tirou alguns dias de férias para viajar e ir à praia, montanha ou interior, certamente experimentou a sensação de finalizar esse período e voltar para sua casa com uma sensação de vazio. Falaremos disso até o final deste artigo.   Há quem também tenha aquela dificuldade com a tal da retomada - da alimentação, do ritmo de trabalho, dos estudos, da tão temida (que rufem os tambores)... rotina. Ela mesma.   Essa vilã que te faz repetir as mesmas coisas todos os dias: acordar, bater ponto no trabalho, produzir, dispersar, talvez um exercício físico ou um happy hour com os amigos (pra quebrar a rotina, vai! Afinal, a gente merece! - contém ironia), voltar pra casa, dormir e fazer tudo de novo amanhã.   Toda uma geração assustada com a música de abertura do Fantástico que, sem nem pedir licença, entrava pelos nossos ouvidos anunciando o fim de mais um domingo e o início de mais uma semana.   Lá vamos nós fazer tudo de novo e, ainda, talvez até com algum trabalho atrasado para entregar ou o lembrete de que você não comprou a cartolina pro trabalho da segunda-feira. De fato, desesperador.   Acontece que agora estamos mais velhos, a vinheta do Fantástico mudou e você precisa mudar também. E, muitas vezes, mudar e amadurecer representa deixar de ser teimoso e aceitar as coisas como elas são.   A construção do que quer que seja precisa de repetição, quer você goste disso ou não.   Precisamos da chatice de fazer a mesma coisa todos os dias o máximo possível. Precisamos de rotina. O seu cérebro gosta disso - e é exatamente isso que você deve ter em mente quando ficar tentando buscar variedade no seu dia a dia a todo o custo.     Pense no seu corpo como uma orquestra que precisa estar bem ensaiada. ''Cada sistema deve tocar sua parte corretamente e no tempo exato, ou haverá barulho e caos'', como afirma Jordan Peterson. É por isso que a rotina é imprescindível. Os atos diários que repetimos precisam ser compostos de hábitos estáveis e confiáveis, oferecendo certa previsibilidade. Aos atentos, o cuidado com o sono com a simples decisão de dormir e acordar todos os dias na mesma faixa de horário já faz toda a diferença (e, por favor, sem sair correndo e atrasado para o trabalho).   É só assim que você vai voltar de viagem sem toda aquela inquietude e sensação de vazio que comentamos lá no início.   A sua própria rotina, o cotidiano e o ordinário são capazes de preencher o teu coração. Um olhar atencioso à quem se ama, um trabalho bem executado, um bom foco nos estudos e a alegria de viver com atenção um dia após o outro.   Marco Aurélio, imperador romano e dedicado ao Estoicismo, reflete: ''As pessoas buscam retiros no campo, na costa e no monte. Tu também tens o costume de desejar tais retiros. Mas tudo isso é do mais vulgar, porque podes, no momento em que queiras, retirar-te em ti mesmo. Em nenhuma parte o homem se retira com maior tranquilidade e mais calma que em sua própria alma''.     Viajar e conhecer novas culturas pode até ser interessante, mas jamais no sentido de fugir da própria realidade. Lembre-se de que uma existência com atenção se constrói nas micro-vidas que chamamos de ''dias''. Viva bem e olhe para dentro de si através da sua própria rotina.   Laura Vargas - @lauravarrgas
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É essencial ser pequeno várias vezes
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É essencial ser pequeno várias vezes
Por Isabella Demari   O eterno paradoxo entre: a expectativa de grandes vivências e a beleza das pequenas coisas     Existe um aspecto interessante a se observar no ser humano. Nós estamos sempre buscando grandes coisas, mas esquecemos que todas as grandes coisas são um conjunto de pequenas coisas. Quando visualizamos admiráveis realizações, normalmente esquecemos do que elas são compostas.   Em um mundo onde o sucesso é determinado pelo desfecho de algo, não damos o devido valor para a trajetória trilhada. Muitas vezes, o que mais absorvemos de uma experiência não é o que conquistamos, mas o que desenvolvemos através dela. E, é importante ressaltar que o segredo em sentir-se realizado não está distante, mas muitas vezes em detalhes que deixamos passar no dia a dia.     O que acontece quando estamos atentos e satisfeitos com a nossa rotina? Desfrutamos daquilo que escolhemos vivenciar todos os dias em prol do que gostaríamos de construir a longo prazo.   Não há necessidade do processo ser maçante, devemos sim sacrificar alguns hábitos, mas apenas o que nos distrai e que faz com que nós percamos o foco no objetivo. A famosa expressão “Enjoy the ride” (aproveite a jornada) é justamente sobre isso! Se aventurar em busca de um destino sem se concentrar apenas na linha de chegada. É durante a viagem, explorar novos horizontes, às vezes parar para contemplar, ajustar a rota e descobrir prazeres no percurso inteiro. A ideia é não ser tão rígido a ponto de não olhar para a beleza que existe no cotidiano, mas também não ser tão flexível a ponto de se deixar levar e abandonar as suas prioridades. Equilibrar-se para dar sentido à vida, e dar sentido ao que fazemos constantemente. Ao esperarmos por grandes momentos e realizações, criamos uma expectativa de alívio e mudança, e no momento que associamos grandes feitos a momentos específicos, jamais vamos conseguir colocar pequenas doses de grandes momentos no nosso cotidiano. Nós sabemos que a vida não espera. Trazer a beleza da vida para a rotina é essencial para desfrutarmos dela por inteiro, todos os dias.   Por onde começar?
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O que você faz com o seu medo?
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O que você faz com o seu medo?
Por Isabella Demari O medo é um estado emocional que surge em resposta da consciência perante uma situação de eventual perigo O medo, estará sempre presente em diversos momentos de nossas vidas. O real segredo é: O quanto deixamos o medo ocupar? Ele pode nos paralisar tanto quanto pode nos inspirar a nos desafiarmos. Existe aquele pequeno milésimo de segundo que nos questionamos: O que será que aconteceria se eu vencesse esse medo? E foi exatamente através desse pensamento que surgiu uma das melhores experiências da minha vida.   Para dar um pouco de contexto a história, eu sempre tive muito medo de tubarões. Assisti o famoso filme “Tubarão” quando tinha 6 anos e, desde então, comecei a pesquisar muito sobre para me safar de um possível ataque de tubarão. Ao longo do tempo fui ressignificando a minha perspectiva sobre eles,   acredito que quando trazemos o medo para algo real, é possível superar ele   o que também acabou me despertando um fascínio por esses animais. Com isso, tomei a iniciativa de fazer uma lista de todos os meus medos e coloquei em ordem qual eu teria mais facilidade de superar e foi literalmente assim, que...     O que me fazia não pensar nas piores coisas que poderiam acontecer era o meu entusiasmo em vencer meu medo. Era a consciência que eu tinha de que no momento que eu passasse por aquela experiência, algo dentro de mim seria desbloqueado. E o principal, que me fez ter segurança da minha escolha: meu coração dizia que era aquele caminho a seguir. Cheguei em Cape Town - África do Sul, peguei um transfer que se direcionava para a pequena cidade de Gansbaai, onde eu fiquei em uma casa com o resto dos voluntários. Desde o início, me senti muito bem recebida e acolhida, e durante a minha experiência de 3 semanas eram apenas mulheres se voluntariando. Nossa rotina normalmente era acordar às 5:30 da manhã, ajeitar os wetsuits e levá-los para o barco.   Depois tomávamos café da manhã e, dependendo do número de turistas que estariam a bordo, era determinado um número específico de voluntárias. Normalmente eram de 2-3 viagens por dia e nós intercalávamos. Na viagem, um biólogo marinho explicava tudo sobre os tubarões e cada passo que os membros da tripulação faziam. As voluntárias eram responsáveis por separar os wetsuits e a coletar dados dos tubarões (tamanho, gênero, se tinha alguma cicatriz e seu comportamento). Caso não tivesse viagens suficientes durante o dia, participávamos de outras atividades:     Nossa programação era corrida, mas valia a pena!   E sobre os tubarões?   Quando mergulhei na gaiola foi um mix de emoções, que no momento nem tem como descrever. A água era muito gelada, adrenalina rolando e, ao mesmo tempo, estava atenta ao que estava acontecendo fora da gaiola. Foi uma sensação indescritível e muito valiosa para o meu crescimento pessoal.   Como eu me sinto agora?   Pronta para a próxima! As minhas experiências de vida me movem e são minhas ferramentas de autoconhecimento. Superar esse medo tão profundo me deu coragem para enfrentar muitas coisas que eu julgava impossível. Eu procuro utilizar a vida para trazer analogias do meu inconsciente, então pra mim não foi só mergulhar com os tubarões, mas também mergulhar com meus medos, inseguranças, e com todas as emoções que a experiência me despertava. Nunca é sobre o externo, e olha que louco, né? Eu estava dentro de uma gaiola. Como vai ser quando eu juntar essas duas realidades? A meta agora é nadar sem a gaiola. Aguardem os próximos capítulos.    
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