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O poder transformador do 'Blue Mind'

O poder transformador do 'Blue Mind'

Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade. Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional. A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável. A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas. Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer. Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind: Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila. Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano. Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante. Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água. Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente. Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.

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O poder transformador do 'Blue Mind'
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O poder transformador do 'Blue Mind'
Estar perto da água é mais do que uma conexão, é um elixir para a mente e o coração | Por Gabriela Muller Em um mundo frenético e muitas vezes avassalador, a busca por momentos de calma e conexão com a natureza assume uma importância vital em nossas rotinas. Neste contexto, emerge a teoria do Blue Mind, um conceito desenvolvido pelo cientista marinho Wallace J. Nichols, que sugere que estar perto da água, seja o oceano, lagos ou rios, pode melhorar significativamente a saúde mental, reduzir o estresse e promover uma sensação de calma e felicidade. Este conceito foi popularizado ao longo dos anos através de estudos científicos publicados que comprovam sua veracidade. Por exemplo, o "Journal of Environmental Psychology" examina como o ambiente afeta o comportamento humano, evidenciando a ligação entre a proximidade com corpos d'água e o bem-estar emocional. Da mesma forma, pesquisas da Universidade de Exeter contribuíram para a compreensão dos benefícios psicológicos ligados à presença da água. Além disso, estudos sobre a relação entre atividades aquáticas, como natação e surfe, e os benefícios para a saúde mental, publicados em revistas científicas especializadas em saúde e psicologia, corroboram a ligação direta entre a presença da água e o nosso bem-estar emocional. A água, com sua serenidade e vastidão, possui o poder de acalmar nossas mentes tumultuadas e revitalizar nossas almas. Contemplar as ondas quebrando na praia ou sentir a brisa suave em um lago tranquilo pode nos conectar profundamente com o momento presente, proporcionando uma sensação de paz interior incomparável. A Allcatrazes se identifica muito com este tema, pois busca promover uma conexão profunda com a natureza, convidando vocês a abraçarem um estilo de vida do lado de fora, desfrutando das maravilhas naturais que o mundo oferece. Sempre prezamos por esta qualidade de vida e tentamos diariamente, através de nossos produtos, servir como um catalisador para inspirar vocês a se reconectarem com a natureza e a priorizarem momentos de tranquilidade e serenidade em suas vidas agitadas. Neste turbilhão da vida moderna, é fácil se perder na agitação incessante e esquecer a beleza que a natureza oferece. No entanto, ao abraçarmos o conceito do Blue Mind, somos convidados a reconectar-nos com a essência primordial que habita em todos nós. É uma jornada de redescoberta, uma oportunidade de reconectar com nossa própria humanidade e com o mundo ao nosso redor de uma maneira mais profunda e significativa. Permita-se incluir pequenos rituais de conexão com a água em sua vida diária e descubra a transformação que o Blue Mind pode trazer. Exemplos de práticas diárias para incorporar o Blue Mind: Meditação à beira de um lago ou rio, focando no som suave da água e na respiração tranquila. Caminhadas ao longo da costa, permitindo-se absorver a beleza e a serenidade do oceano. Banhos relaxantes em casa, utilizando essências que remetam à água para criar um ambiente calmante. Criação de um espaço de relaxamento em casa com elementos aquáticos, como fotos de paisagens marítimas ou fontes de água. Prática de ioga à beira de um rio ou em uma praia tranquila, incorporando movimentos fluidos e respiração consciente. Um passeio de bike na orla, perto de mares, lagos e rios.
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Comportamentos do Subconsciente que estão te impedindo de viver a vida que você deseja
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Comportamentos do Subconsciente que estão te impedindo de viver a vida que você deseja
 Práticas que podem ajudar você a alcançar a vida dos seus sonhos | Por Gabriela de Almeida Muller     O nosso subconsciente é como uma corrente subterrânea que molda silenciosamente nossas escolhas e ações. Essa força oculta pode ser tanto uma aliada quanto uma adversária na busca pela vida que desejamos.     Nossos comportamentos subconscientes acabam refletindo a influência profunda da cultura que absorvemos ao longo da vida. A partir dela, criamos padrões de pensamentoque, embora possam parecer inofensivos, moldam nossa compreensão do que é "normal" e "ideal". Consequentemente, aceitamos essas narrativas sem nos questionar, adotando crenças que podem nos impedir de explorar nosso potencial máximo. Para conseguir identificar essas influências, é necessário ter uma objetividade únicae uma habilidade para questionar as verdades que são amplamente aceitas.   A insatisfação interior que muitos de nós sentem, pode ser a consequência de vivermos uma narrativa que não é verdadeiramente nossa, mas sim uma imposição da cultura predominante. O subconsciente absorve essas mensagens, guiando nossas escolhas de carreira, relacionamentos e objetivos sem que a gente perceba. É fundamental reconhecer que o subconsciente não é apenas um espectador passivo, mas uma força que molda ativamente nossa realidade.     Ao compreender os comportamentos subconscientes que nos impedem de viver a vida desejada, ganhamos o poder de desafiar e reformular essas narrativas internalizadas. A mudança começa quando questionamos as suposições e exploramos alternativas que refletem genuinamente nossos desejos mais profundos.   Existem certas práticas do subconsciente que temos enraizados em nossas mentes.Aqui estão 5 das mais difundidas:   1. Acredita que para criar a melhor vida possível, você precisa decidir o que quer e depois correr atrás disso, quando na realidade você é psicologicamente incapaz de prever o que te fará feliz. O nosso cérebro só mede o que conhecemos, portanto, quando escolhemos o que queremos para nosso futuro, estamos, na realidade, recriando uma solução ou um idealdo passado. Muitas vezes, buscamos a felicidade em metas e realizações futuras, esquecendo que a vida é aquilo que esta acontecendo, enquanto estamos fazendo planos para depois. Medir o presente pelo seu término é limitante; a verdadeira realização está na constante evolução durante o processo, não em alcançar um destino final. Moral da história: viva o momento!   2. Você assume que, quando se trata de seguir seus instintos e tomar decisões, felicidade é “bom” e medo e vulnerabilidade é “ruim”. O medo é uma oportunidade para se aventurar e se familiarizar com o desconhecido, pois só temos medo do que ainda não fizemos ou ainda não experimentamos. É através dele que enfrentamos nossos desafios, para que aí sim, possamos evoluir e atingir uma nova fase em nossas vidas. Evitar a vulnerabilidade cria crises desnecessárias na busca por uma vida autêntica. Ao enfrentar o medo e a dor somos desafiados a ser vulneráveis, isso faz com que a gente cresça. Moral da história: abrace o medo e a vulnerabilidade, veja como oportunidade para evoluir!     3. Você pensa que para mudar suas crenças, você precisa adotar uma nova forma de pensamento, em vez de procurar vivências que façam com que este pensamento seja evidenciado na prática. Mudar crenças vem das experiências, não apenas dos pensamentos. Viva, saia da zona de conforto, e suas crenças se transformarão. Acreditar que mudar elas requer apenas uma mudança de pensamento é um equívoco. A verdadeira transformação ocorre ao buscar e viver situações que desafiem e às redefinam, levandoa uma evolução pessoal genuína.   4. Acredita que seus “problemas“ são empecilhos para alcançar o que você quer, quando na realidade eles são o caminho. Resolver desafios não apenas muda pensamentos, como também transforma a trajetória da vida desejada. Encarar problemas como caminhos para a ação e resoluçãoé fundamental. Esses desafios não são impedimentos, mas catalisadores para mudanças significativas, tirando-nos da comodidade e impulsionando-nos em direção à realização pessoal. Ou seja: o que fica no caminho se torna o caminho!   5. Você pensa que o seu passado te define, e pior, pensa que é uma realidade imutável, quando na verdade, a sua percepção dele muda conforme você evolui. O passado não te define, aceitar e seguir em frente, em vez de ser definido por eventos passados, é essencial para o crescimento pessoal. É crucial evoluir e escolher lembranças que contribuam para a compreensão e aceitação, transformando o passado em parte integrante da jornada evolutiva.     Entender nossos hábitos automáticos nos ajuda a quebrar as regras invisíveis que a sociedade nos impõe. Ao mudar esses padrões, abrimos caminho para viver uma vida verdadeiramente nossa. A chave está em nos conhecermos melhor e desafiar as ideias que nos limitam.   Com isto em mente, podemos afirmar que o poder do subconsciente é uma ferramenta poderosa que podemos utilizar para alcançar uma vida mais plena e alegre. Ao reconhecer e questionar os padrões automáticos de pensamento, abrimos espaço para a autenticidade e a realização pessoal. É um processo contínuo de autoconsciência e autotransformação, onde cada escolha consciente é um passo em direção à vida que verdadeiramente desejamos viver.
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O que você faz com o seu medo?
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O que você faz com o seu medo?
Por Isabella Demari O medo é um estado emocional que surge em resposta da consciência perante uma situação de eventual perigo O medo, estará sempre presente em diversos momentos de nossas vidas. O real segredo é: O quanto deixamos o medo ocupar? Ele pode nos paralisar tanto quanto pode nos inspirar a nos desafiarmos. Existe aquele pequeno milésimo de segundo que nos questionamos: O que será que aconteceria se eu vencesse esse medo? E foi exatamente através desse pensamento que surgiu uma das melhores experiências da minha vida.   Para dar um pouco de contexto a história, eu sempre tive muito medo de tubarões. Assisti o famoso filme “Tubarão” quando tinha 6 anos e, desde então, comecei a pesquisar muito sobre para me safar de um possível ataque de tubarão. Ao longo do tempo fui ressignificando a minha perspectiva sobre eles,   acredito que quando trazemos o medo para algo real, é possível superar ele   o que também acabou me despertando um fascínio por esses animais. Com isso, tomei a iniciativa de fazer uma lista de todos os meus medos e coloquei em ordem qual eu teria mais facilidade de superar e foi literalmente assim, que...     O que me fazia não pensar nas piores coisas que poderiam acontecer era o meu entusiasmo em vencer meu medo. Era a consciência que eu tinha de que no momento que eu passasse por aquela experiência, algo dentro de mim seria desbloqueado. E o principal, que me fez ter segurança da minha escolha: meu coração dizia que era aquele caminho a seguir. Cheguei em Cape Town - África do Sul, peguei um transfer que se direcionava para a pequena cidade de Gansbaai, onde eu fiquei em uma casa com o resto dos voluntários. Desde o início, me senti muito bem recebida e acolhida, e durante a minha experiência de 3 semanas eram apenas mulheres se voluntariando. Nossa rotina normalmente era acordar às 5:30 da manhã, ajeitar os wetsuits e levá-los para o barco.   Depois tomávamos café da manhã e, dependendo do número de turistas que estariam a bordo, era determinado um número específico de voluntárias. Normalmente eram de 2-3 viagens por dia e nós intercalávamos. Na viagem, um biólogo marinho explicava tudo sobre os tubarões e cada passo que os membros da tripulação faziam. As voluntárias eram responsáveis por separar os wetsuits e a coletar dados dos tubarões (tamanho, gênero, se tinha alguma cicatriz e seu comportamento). Caso não tivesse viagens suficientes durante o dia, participávamos de outras atividades:     Nossa programação era corrida, mas valia a pena!   E sobre os tubarões?   Quando mergulhei na gaiola foi um mix de emoções, que no momento nem tem como descrever. A água era muito gelada, adrenalina rolando e, ao mesmo tempo, estava atenta ao que estava acontecendo fora da gaiola. Foi uma sensação indescritível e muito valiosa para o meu crescimento pessoal.   Como eu me sinto agora?   Pronta para a próxima! As minhas experiências de vida me movem e são minhas ferramentas de autoconhecimento. Superar esse medo tão profundo me deu coragem para enfrentar muitas coisas que eu julgava impossível. Eu procuro utilizar a vida para trazer analogias do meu inconsciente, então pra mim não foi só mergulhar com os tubarões, mas também mergulhar com meus medos, inseguranças, e com todas as emoções que a experiência me despertava. Nunca é sobre o externo, e olha que louco, né? Eu estava dentro de uma gaiola. Como vai ser quando eu juntar essas duas realidades? A meta agora é nadar sem a gaiola. Aguardem os próximos capítulos.    
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Allcatrazes Convida - 5 Destinos no Brasil pra prática do Turismo Ecológico
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Allcatrazes Convida - 5 Destinos no Brasil pra prática do Turismo Ecológico
Por Catarina Weck Glashester   Você já ouviu falar em Turismo Ecológico? Vertente do turismo que mais cresce nopaís, conheça o conceito de Ecoturismo e 5 empresas que oferecem esse tipo de serviçopara conhecer, próximo a natureza, diversos cantinhos do nosso Brasil.   Objetivos: - Promover turismo com base cultural e ecologicamente sustentável; - Incentivar o investimento na conservação dos recursos utilizados.   Assim, a prática do turismo ecológico nada mais é do que permitir ao viajante conhecer e explorar o local de maneira consciente, promovendo a educação ambiental, umavivência saudável em meio a natureza e buscando a proteção dos diferentes ecossistemas que existem ao redor do mundo. Hoje em dia, é o ramo do turismo que mais cresce, em uma taxa de aproximadamente 20% ao ano. Para classificarmos uma atividade como de turismo ecológico, existem 4 valores a serem respeitados:   - Respeito às comunidades locais; - Envolvimento econômico efetivo das comunidades locais; - Respeito às condições naturais; - Conservação do meio ambiente e a interação educacional quanto a isso.   "O ecoturismo utiliza o patrimônio natural e cultural de forma sustentável, incentivando a sua conservação."- Rio Quente Parques e Resorts   Conheça 5 empresas e destinos diferentes que trabalham no Brasil com o Turismo Ecológico:   1. GRUPO RIO DA PRATA   O grupo Rio da Prata promove atividades turísticas em um dos principais destinos de Ecoturismo no Brasil: Bonito, em Mato Grosso do Sul. Eles oferecem 3 opções de visitas diferentes, todas em constante contato com a natureza, seja com a fauna ou a flora local. Fotos retiradas do site oficial do Grupo Rio da Prata. Confira mais clicando aqui   2. PLANETA EXO   Planeta Exo é uma empresa que conecta turistas com guias de passeio locais que promovem o ecoturismo em diversos destinos do Brasil. Um pouco voltado para turistas do exterior (algumas informações no site estão em dólar americano, euro enquanto outras se apresentam em real), vale a pena conferir as opções de destinos e entrar em contato com eles para avaliar os orçamentos. Normalmente os pacotes incluem acomodação, transporte, refeições e um guia, podendo também já incluir as taxas do passeio, seguro, bebidas e o equipamento necessário para a aventura da vez! Fotos retiradas do site oficial do Planeta Exo. Confira mais clicando aqui     3. ALTA VISTA, CHAPADA DA DIAMANTINA.   Um dos destinos ao ar livre mais encantadores do Brasil, a Chapada da Diamantina se situa na região central do Estado da Bahia e é protegido pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, abrangendo as cidades de Lençóis, Andaraí, Mucugê, Palmeiras e Ibicoara, além de ser nascente de quase todos os rios das bacias do Paraguaçu, do Jacuípe e do Rio de Contas. Limitada por penhascos em uma área de 1.520 km², pode ser visitada de diversasmaneiras e a Alta Vida Ecoturismo oferece passeios de 1 a 8 dias pelo local.   Fotos retiradas do site e instagram oficial do Alta Vista Ecotursimo. Confira mais clicando aqui       4. KORUBO, SAFARI CAMP EM JALAPÃO   Pioneira no Ecoturismo da região, a empresa Korubo oferece uma experiência completa em Jalapão, bioma típico do Cerrado brasileiro. "O luxo naquelas bandas é estar longe da civilização, é apreciar o silêncio, contemplar a natureza, sentir-se parte da paisagem". Assim, é possível aproveitar um destino inusitado e diferente das paisagens que estamos acostumados. Os pacotes de 1 semana são all inclusive, com transporte, hospedagem, alimentação e atividades todas contempladas. Fotos retiradas do site e Instagram oficial da Korubo. Confira mais clicando aqui   5. ILHABELA!   Por último, mas com certeza não menos importante, nossa querida Ilhabela, berço do nome da Allcatrazes. O site oficial da ilha oferece informações sobre as práticas de ecoturismo na região e biodiversidade local, além de curiosidades dos principais pontos turísticos da capital da Vela no Brasil! Acesse o site aqui e confira mais informações. Fotos retiradas do site e Instagram oficial da Prefeitura de Ilhabela. Confira mais clicando aqui   Já conhecia algum desses destinos? Além do nosso blog, nos acompanhe também no Instagram para mais dicas relacionadas a vida outdoor.
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Quer saber como estar bem preparado para fazer trilhas? Temos algumas dicas que podem te ajudar!
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Quer saber como estar bem preparado para fazer trilhas? Temos algumas dicas que podem te ajudar!
Por Catarina Weck Glashester   Quem busca a prática de esportes outdoor gosta mesmo é de explorar a natureza de diferentes maneiras, de estar em contato com o ambiente ao seu redor e aproveitar cada minuto dessas experiências. Seja qual for a sua maneira preferida de se conectar com a natureza, todo bom aventureiro já fez, ou fará, uma trilha em algum momento.   Seja ela entre praias, em busca de uma cachoeira, em um camping ou ao longo de um cânion, fazer uma trilha é sempre umaexperiência única e uma forma incrível de conhecer um novo lugar. Para tanto é importante estar bem preparado, podendo aproveitar esse momento sem se incomodar, e por isso trazemos nesse post dicas em cinco aspectos que fazem parte de uma trilha, são eles: o percurso, preparo físico, o que levar, a vestimenta e uma boa mochila esportiva.   Antes de mais nada, é importante que você conheça a trilha que vai fazer. Pode parecer algo básico, mas esse é na verdade um dos erros mais comuns dos viajantes. É essencial compreender o grau de dificuldade do percurso para saber se esse está de acordocom a sua experiência em trilhas! Quem nunca já se viu em uma situação de ter ido mal preparado para uma trilha, errando o tipo de calçado a ser usado ou levando pouca água pela extensão a percorrer? É melhor já começar evitando esses problemas, não acha?   A segunda dica é sobre o preparo físico. Fazer uma trilha é uma ótima maneira de se exercitar ao ar livre, ainda mais quando acompanhado de bons amigos, mas é importante estar minimamente preparado para não correr o risco de ter um problema mais grave durante a atividade, ainda mais em trilhas sem guia e com um grupo pequeno. O core (conjunto de 29 pares de músculos que englobam e sustentam o tronco, estabilizando a coluna) é a parte do corpo mais exigida nessa atividade, e a melhor parte é que esse conjunto de músculos pode ser fortalecido com exercícios simples como a prancha e o agachamento, realizados facilmente em casa! Então, se você estiver se programando para uma viagem em que fará trilhas, é interessante treinar estes e outros exercícios complementares alguns meses antes.   Mas e os equipamentos? Oque é preciso levar? Isso dependerá do tipo de trilha que será feita, mas o kit básico para qualquer percurso é: repelente, protetor solar, Kit de PrimeirosSocorros, água, lanterna e, se necessário, uma barraca. Avalie se é necessário levar o seu celular! Hoje existem câmeras adequadas para aventureiros, que podem molhar e são mais resistentes à queda do que os aparelhos telefônicos, mas se for realizar uma trilha acompanhado apenas de poucas pessoas e nenhum guia local, o dispositivo pode ser útil para chamar ajuda, se necessário, mas não se esqueça que algumas trilhas podem não ter sinal de celular.   Sobre a vestimenta, é importante usar calçados fechados e roupas leves. Se estiver indo para uma praia, está liberado levar um chinelo na mochila, mas evite usá-lo durante o percurso. Se for realizar a viagem no período de inverno, pense em um casaco adequado para estação, uma capa de chuva também é um equipamento interessante de ser incluído na bagagem, mas caso contrário, utilize roupas leves que permitam a transpiração e não atrapalhem os seus movimentos.   Por último, mas com certeza não menos importante, pense em uma boa mochila esportiva. Os produtos específicos para aventureiros existem por bons motivos: conforto e segurança. Um equipamento de peso e tamanho adequados, que possua tiras peitorais ealças ajustáveis, bem como bolsos funcionais e tecidos de qualidade para que você não fique na mão, é essencial para evitar dores de cabeça durante uma experiência que busca aliviar o estresse da rotina e não acumular frustrações.       Conheça os produtos que foram projetados para permitir que você se preocupe apenas com a vista no final do caminho:
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Você já ouviu falar nas Duffel Bags?
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Você já ouviu falar nas Duffel Bags?
Por Catarina Weck Glashester   Praticidade é uma palavra que resume bem as Duffel Bags. Essas malas de origem militartem sua resistência aproveitada por milhares de praticantes de esportes radicais no mundointeiro. Mas o que são exatamente essas malas e como surgiram?   As Duffels são malas com compartimento interno único, podem ter bolsos nas laterais e no interior, mas não possuem divisórias. Sua outra principal característica é a resistência, são malas feitas com tecidos mais pesados e grossos e com uma modelagem robusta, que aguenta indelicadezas o que permite que ela seja transportada em caçambas, aviões, bikes, costas, animais de carga e tudo o que sua aventura demandar.   De acordo com o Oxford English Dictionary, a palavra "Duffel" remonta a 1677, usada para descrever "um tecido de lã grossa com uma espessa camada ou friso". Duffel é uma cidade na Bélgica, onde se produzia esse tecido, que rapidamente começou a ser exportado para Portugal e Espanha. Devido a sua característica de durabilidade, era usado para proteger velas de navio ao serem guardadas, e até partes específicas do próprio navio ou outros equipamentos, evitando o estrago e a corrosão do material náutico.     Acredita-se que os próprios marinheiros passaram a utilizar sobras do material para fazer sacolas rudimentares para seus pertences. No final do século XIX, o tecido Duffel já estava em circulação na Inglaterra e nos EUA. Assim foi se espalhando o uso do termo e do material em diferentes países. Nos anos 1890 a Marinha Real Britânica usava o tecido para produzir casacos para expedições, iniciando o uso de outro equipamento que mais tarde também se tornaria bem popular.   Com a crescente necessidade de locomoção do homem, pesados baús que funcionavam bem em navios e trens não teriam um bom funcionamento para viagens que exigiam diferentes meios de transporte e trechos de longas caminhadas, tipo de viagem comum para homens do exército militar. Por isso não é surpresa quando se afirma que o primeiro registro do uso dessa palavra para descrever uma mala foi feito durante a Primeira Guerra Mundial. O poeta E.E. Cummings servia como motorista de uma ambulância militar na França e foi em uma de suas cartas datada de 1917, em que mencionou pela primeira vez a Duffel Bag.   Era uma mala adequada para as condições de guerra, podia ser embalada na horizontal e enchida rapidamente devido a sua falta de divisórias. Na Segunda Guerra, foi muito usada pela Inglaterra e EUA e já era produzida em diferentes tamanhos e designs. Ao final da Guerra, a sobra desses equipamentos nas lojas, assim como muitos outros equipamentos militares (como as calças cargo que também tem fama até hoje, ou a própria estampa militar) acabavam indo para as mãos de outros grupos, nesse caso, a mala foi apropriada com sucesso pela cultura do surfe, principalmente na Califórnia e na Austrália, em 1950, e era perfeita para carregar roupas molhadas de praia em praia.   Como amantes da vida outdoor, apresentamos a vocês a nova Mala Delta 2.0, um lançamento da Allcatrazes para facilitar a sua mobilidade na próxima aventura! Seus tecidos são resistentes, robustos e impermeáveis, seus bolsos internos e externos não atrapalham a sua funcionalidade e a sua tampa abre inteiramente, facilitando o guardar e tirar dos equipamentos. Confira mais informações sobre a nova mala na aba "loja"do nosso site!  
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